Três Lagoas, 21 de Outubro de 2026
Últimas notícias
InternacionalComitê da Meta aponta falhas na proteção de eleições e cita BrasilEconomiaDólar cai para R$ 5,01 com exterior e expectativa eleitoral no BrasilEsportesPrêmio TV Brasil Petrobras Para Elas anuncia melhores treinadoresSaúdeSUS passa a contar com novos medicamentos contra o câncerEsportesFutebol feminino: premiação revela finalistas a melhor técnico do anoEsportesCopa Sul-Americana: Vasco precisa de empate contra o Boca JuniorsEntretenimentoPeça conta a história do cangaceiro Jararaca para retratar o BrasilGeralVoto no segundo turno vale como prova de vida do INSSCulturaPrimeiro CCBB no Nordeste abre as portas na BA no dia 21 de novembroSegurançaOperação Dux investiga contrabando de celulares no interior de SPInternacionalComitê da Meta aponta falhas na proteção de eleições e cita BrasilEconomiaDólar cai para R$ 5,01 com exterior e expectativa eleitoral no BrasilEsportesPrêmio TV Brasil Petrobras Para Elas anuncia melhores treinadoresSaúdeSUS passa a contar com novos medicamentos contra o câncerEsportesFutebol feminino: premiação revela finalistas a melhor técnico do anoEsportesCopa Sul-Americana: Vasco precisa de empate contra o Boca JuniorsEntretenimentoPeça conta a história do cangaceiro Jararaca para retratar o BrasilGeralVoto no segundo turno vale como prova de vida do INSSCulturaPrimeiro CCBB no Nordeste abre as portas na BA no dia 21 de novembroSegurançaOperação Dux investiga contrabando de celulares no interior de SP

Novo mapa-múndi corrige tamanho da África, América do Sul e Ásia

Desde o século 16, regiões eram representadas menores do que são

A

agenciabrasil

Novo mapa-múndi corrige tamanho da África, América do Sul e Ásia
Novo mapa-múndi corrige tamanho da África, América do Sul e Ásia

No mapa-múndi, a África, a América do Sul e o Sul da Ásia foram representados, desde o século 16, menores do que são. Nessa sexta (4), a Assembleia Geral das Nações Unidas decidiu corrigir a distorção ao examinar a proposta intitulada “Corrija o mapa”, liderada pelo Togo e outros países africanos.

Ao todo, representantes de 164 países votaram a favor da mudança. Apenas os Estados Unidos foram contrários. Houve seis abstenções. A proposta altera a representação cartográfica global para “mostrar de forma mais justa algumas regiões do mundo”, como explica a ONU.

Ao discursar antes da votação, o ministro das Relações Estrangeiras de Togo, Robert Dussey, disse que a aprovação envia a mensagem de que a Assembleia Geral acredita na “verdade científica”. 

Ainda, de acordo com ele, a decisão reforça a equidade de representação e a dignidade dos povos. Para ele, não se trata apenas de corrigir um mapa e sim de corrigir a percepção. 

Distorção

Segundo o argumento, a projeção de Mercator, concebida em 1569 para fins de navegação, foi amplamente usada em materiais educacionais, midiáticos, digitais e oficiais.

No entanto, a distorção fez com que as massas de terra ao Norte e ao Sul da linha do Equador fossem ampliadas. Essa representação fez com que se perpetuasse “uma visão desequilibrada do mundo”, apontaram os africanos.

O texto ainda afirma que a correção dessas distorções cartográficas de dimensões continentais vai proporcionar “justiça cognitiva e reparação memorial” para fomentar a compreensão mútua entre os povos.

Precisão

Os representantes da União Africana apresentaram o modelo de “Terra Igual” como a projeção cartográfica que representaria com mais precisão as dimensões de todos os continentes. A ONU espera que a aprovação da resolução encoraje a adoção desse modelo por governos, organizações internacionais e outras entidades.

Ainda nos argumentos da União Africana, os mapas constituem uma ferramenta educacional, científica e cultural fundamental que “molda a percepção do mundo e o imaginário coletivo dos povos”.

Segundo o texto, as distorções têm impactos cognitivos, educacionais, culturais, geopolíticos e socioeconômicos e constituem “vieses históricos, cuja correção promoverá reconhecimento, justiça e desenvolvimento”.

A ONU argumentou que o Pacto para o Futuro, aprovado pelos Estados-Membros em 2024, enfatizou a necessidade de eliminar os vestígios de desigualdades históricas e estruturais e de erradicar todas as formas de discriminação.

Compartilha esta notícia:

Notícias relacionadas